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Adorno de Valor Inestimável
Primeira Carta de Pedro, Capítulo Três — Há outro aspecto dos sofrimentos de Cristo e dos cristãos nesse terceiro capítulo da primeira carta de Pedro, o sofrimento por causa da justiça. Os cristãos da época de Pedro estavam sofrendo grande reprovação por causa do nome de Cristo e, talvez, quando compararam o número reduzido de pessoas que os perseguiam com o número de perseguidores, ficaram desanimados e até duvidaram. Pedro procurou fortalecer a fé deles, lembrando-os de que não era a primeira vez que Cristo sofria em Seu povo. Os crentes sempre sofreram nas mãos de um mundo sem Deus e perseguidor, e sempre foram, no máximo, o “pequeno rebanho” de Cristo….
Perfeição Sem Pecado
Uma Investigação Bíblica — À medida que o cristão avança em sua espiritualidade, ele reconhece cada vez mais suas próprias fraquezas e falhas. Todos nós temos nossas tentações, provações e dificuldades peculiares a superar, e há momentos em que, para muitos crentes, a maré parece tão adversa e a batalha tão feroz que a vitória parece estar distante. O adversário conhece nossos pontos vulneráveis e, portanto, dedica a maior parte de sua atenção a essas defesas fracas. Embora, sem dúvida, “o pecado que tão de perto nos rodeia”, mencionado em Hebreus 12:1, se refira ao pecado da incredulidade (em contraste com as vitórias da fé registradas no capítulo anterior), todos nós temos…
Não Apagueis o Espírito
O Que Significa Apagar o Espírito Santo? A ordem bíblica: “não apagueis o Espírito” ou “não extingais o Espírito” significa basicamente que o cristão jamais deve se opor ao Espírito Santo de Deus e sua obra. Em outras palavras, essa é uma advertência aos crentes a respeito de como eles devem conduzir-se em relação ao Espírito Santo e seus dons que são distribuídos à Igreja. Foi o apóstolo Paulo quem escreveu a exortação “não apagueis o Espírito” em sua primeira carta à igreja de Tessalônica (1 Tessalonicenses 5:19). Na verdade, à luz do fato de que a vinda do Senhor se aproxima, no último capítulo de sua epístola aos crentes tessalonicenses o…
Como Deus Conduz os Crentes
«Eu o farei entender e o ensinarei o caminho que você deve seguir; fixarei os meus olhos em você.» (Sl 32:8) — Muitas vezes nos assemelhamos ao cavalo ou à mula porque nossas almas não experimentaram o trabalho árduo do arado divino. Quando a vontade humana está em ação, o Senhor nos trata como animais de carga, prendendo-nos. Entretanto, quando cada parte de nosso coração está em comunhão com Ele, Ele nos guia com Seu olhar amoroso. «A candeia do corpo são os olhos; quando os teus olhos são bons, todo o teu corpo está cheio de luz; mas, quando os teus olhos são maus, o teu corpo está em trevas.» (Lc…
União e Unidade
Uniformidade e Unanimidade — Nestes dias de alianças, pactos, conselhos e afiliações, parece haver muita confusão de pensamento e consequente apreensão na mente de muitos crentes. Há o temor, entre alguns, de que, inadvertidamente, estejam firmando uma “aliança profana” com seu inevitável julgamento. Por parte de outros, o medo é o de um “isolacionismo” que entristeceria a Deus. Esses dois temores levam muitos a extremos em ambos os lados. Personalidades enérgicas que propõem vigorosamente convicções nesse campo causaram muitos estragos na Igreja. Grande parte dessa situação desoladora poderia ter sido evitada para a glória de Deus e o conforto de Seu povo. O resultado teria sido um testemunho mais poderoso no mundo…
David o Pastor
No final de sua vida, Davi descreveu a si mesmo como o “doce salmista de Israel” (2Sm 23:1). Uma de suas composições mais conhecidas é o Salmo 23. Quando ele chamou o Senhor de seu pastor, ele sabia sobre o que estava escrevendo — ele próprio tinha sido pastor desde a juventude. Quando Samuel foi até Jessé para ungir um de seus filhos, Davi, o mais novo, não estava lá. Ele nem mesmo foi considerado uma escolha por sua própria família. Onde ele estava? O que Jessé diz? “Eis que ele guarda as ovelhas” (1Sm 16:11). Uma coisa que Davi aprendeu lá foi como alimentar as ovelhas — uma lição valiosa para…
Companheirismo Cristão
“Não há nada como a comunhão cristã”. Essa é a expressão que apareceu em nossos lábios com tanta frequência durante nossa visita de oito meses às Ilhas Britânicas e ao continente. As horas estéreis durante as quais convivemos com o mundo pareciam aguçar nosso apetite pela companhia daqueles que amavam o Senhor e pareciam acentuar a alegria que sentíamos quando tínhamos o privilégio de nos reunir com outros crentes. Esses momentos felizes passados compartilhando nosso interesse comum e nossa fé comum mais do que compensavam os dissabores e as frustrações que encontrávamos ao nos deslocarmos de um lugar estranho para outro. A palavra comunhão tem muitas conotações e aplicações em nosso lugar…